Edgar

Depois da demissão do técnico Alberto Valentim, o Vasco entrou em campo com um ânimo diferente para tentar reverter o placar de 2 a 0 construído pelo Santos no jogo de ida. Depois de um bom primeiro tempo, o time comandado por Marcos Valadares sofreu mais no segundo e acabou vencendo por apenas 2 a 1, sendo desclassificado da Copa do Brasil em São Januário.

Ricardo até marcou um gol que levaria o jogo aos pênaltis nos acréscimos, mas ele estava impedido. O Cruz-Maltino entrará no Campeonato Brasileiro focando apenas na competição nacional. Ainda sem treinador definido, o clima no clube pode ficar um pouco melhor. Apesar da eliminação, os jogadores saíram aplaudidos de campo.
O Santos iniciou o jogo com a proposta clara de ir para cima e pressionar, mesmo com a vantagem. Jean Mota, inclusive, colocou uma bola na trave antes dos 10 minutos. Essa postura não durou muito e a equipe logo caiu de rendimento. E o Vasco se aproveitou. Com uma linha de três atrás e até cinco jogadores quando estava sem a bola, o Cruz-Maltino parecia com ânimo renovado. Tanto que os cariocas encontraram ótima chance aos 12 minutos. Lucas Mineiro pressionou, conseguiu a bola e passou para Maxi López dar a assistência para Raul abrir a contagem.

Com uma defesa bem postada, o time comandado por Marcos Valadares segurou as poucas chances de perigo do adversário e foi eficiente na frente. Aos 38, Ricardo marcou de cabeça e zerou a vantagem santista.

Apesar de ter uma boa postura em campo, o Vasco encontrou um problema sério antes dos 25 minutos do primeiro tempo. Primeiro, o zagueiro Leandro Castan precisou deixar o gramado após voltar a sentir dores na coxa esquerda. Depois foi a vez do goleiro Fernando Miguel precisar sair com lesão na panturrilha, algo que também já vinha acontecendo. Os dois atuaram no sacrifício nesta partida e já haviam ficado fora na ida.

Os garotos Ricardo Graça, que já vem substituindo Castan em algumas oportunidades, e Alexander, fazendo a estreia como profissional, ocuparam as vagas deixadas.

Vasco iniciou bem o segundo tempo e se lançou à frente. Porém, Sampaoli apostou na entrada de Soteldo, o destaque do primeiro jogo, e ele teve boa participação no primeiro gol santista na partida. Lucas Mineiro bobeou na dividida e perdeu a bola. Jorge recebeu na entrada da área e colocou o Santos com a vantagem no agregado. Lucas Santos e Marrony, jogadores importantes para o time vascaíno, não estavam em uma noite boa.

Mesmo melhor em campo e contra um Santos que não conseguiu mostrar bom futebol, o Vasco encontrou dificuldades para acertar o jogo ofensivo, voltando a ter o problema de partidas anteriores. Com limitações na hora de mudar o time após perder duas substituições, Marcos Valadares demorou a mexer, tentando a sorte com Yan Sasse quase aos 40 minutos.

Ricardo quase foi o herói da noite já nos acréscimos, quando a torcida cantava alto "o Vasco é o time da virada", mas estava impedido no lance. Faltou mais fôlego (e sorte) para o Vasco levar perigo ao gol dos visitantes, que fizeram contra-ataques perigosos até o fim. Destaque para o bom jogo feito pelo atacante Maxi López, o melhor dele no ano. Foi participativo e, além da assistência, fez o pivô para os companheiros e apareceu bem.

O Vasco chega para a estreia do Campeonato Brasileiro com um clima diferente do que estava. Após a demissão de Alberto Valentim, a impressão que se teve da equipe vascaína é de mais ânimo dos jogadores e mudanças no time. A escalação inicial e o bom jogo de Maxi López mostram, por exemplo, que o atacante pode recuperar sua posição no time. Apesar da eliminação no torneio tratado como principal objetivo do ano, o Cruz-Maltino apresentou um futebol mais animador.

"Vira a página", respondeu o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, ao ser questionado nesta quarta-feira (23) sobre as críticas que tem recebido do filho do presidente Jair Bolsonaro, o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro.

Mourão deu a declaração ao chegar ao Palácio do Planalto após novas publicações de Carlos Bolsonaro nesta quarta em uma rede social. Na terça (22), o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, afirmou que Jair Bolsonaro deseja "colocar um ponto final" na divergência entre o vice e o filho.

Indagado sobre a insistência de Carlos Bolsonaro nas críticas mesmo depois do pedido de "ponto final" feito por Jair Bolsonaro, Mourão respondeu:

"Quando um não quer, dois não brigam, tá bom. Então, esse assunto, vira a página", declarou.

Na manhã desta quarta, Carlos Bolsonaro citou uma entrevista em que Mourão defendeu a permanência no Brasil do ex-deputado federal Jean Wyllys, do PSOL. Em janeiro, Wyllys, homossexual assumido e defensor das causas LGBT, abandonou o novo mandato para o qual foi eleito e deixou o país sob o argumento de que sofria ameaças.

O vereador classificou de "estranho" o que chamou de alinhamento de Mourão com políticos que, segundo ele, detestam o presidente.

À tarde, Carlos Bolsonaro escreveu: "Vice contraria Ministros e agenda que elegeu Bolsonaro Presidente" e postou um vídeo de um simpatizante intitulado "General Mourão: o traidor?".

Na terça, o vereador já tinha postado várias mensagens. Numa delas, citou a facada ao então candidato Jair Bolsonaro e disse que Mourão classificou a situação como vitimização.

‘Canelada’

Mais cedo, durante entrevista à Rádio Gaúcha, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, foi perguntado sobre o motivo das críticas de Carlos Bolsonaro a Mourão.

Onyx disse que tem atuado para “pacificar” as relações e comparou os atritos com uma “canelada” que ocorre em um jogo futebol.

“Vamos voltar ao futebol, quantas vezes a gente vê no treino do Grêmio ou do meu Inter, que daqui a pouco uma canelada sai mais forte, um choque na disputa pela bola o pé vai por cima, isso acontece, porque isso é natural das relações humanas”, disse Onyx.

Onyx afirmou que as “coisas vão se ajustar” e afirmou que Bolsonaro é um “bom capitão” para resolver as divergências.

“A gente consegue, vamos dizer assim, em times de futebol entender que em alguns momentos, em algumas circunstâncias, na disputa ou por uma posição ou por uma condição de liderança, o que acontece? Tem os desacertos, mas aí o capitão Bolsonaro é bom capitão de time, ele consegue ajustar tudo”, afirmou.

Indagado se as críticas de Carlos são corretas, Onyx evitou julgar as declarações do filho do presidente. "Não me cabe julgar, me cabe administrar as relações", disse.

A Polícia Civil de Goiás prendeu 202 pessoas e apreendeu oito adolescentes nesta quarta-feira (24) durante a Operação #PC27, que ocorreu paralelamente em todo o país tendo como foco foragidos da Justiça. Além disso, foram apreendidas 22 armas -- incluindo seis fuzis.

De acordo com a corporação, 18 delegacias regionais do estado estiveram envolvidas na ação. Entre os detidos há pessoas que respondem por crimes como estupro e roubo, além de assassinatos. As prisões aconteceram em cidades como Luziânia, Cristalina e Valparaíso.

“As equipes foram para as ruas de madrugada em todo o país, e o estado de Goiás foi um dos que mais se destacou, já que foram 210 prisões que nós conseguimos efetuar. Esses mandados são contra autores de crimes notoriamente de violentos, como homicidas, estupradores, traficantes e outros criminosos”, disse o delegado-geral.

Soares citou também as apreensões de armas. “São armas de guerra que mostram o poderio de armamento dos criminosos de Goiás. Já sabemos qual era o destino destas armas e iniciamos uma investigação”, afirmou

Ao todo 867 policiais participaram da operação em Goiás para o cumprimentos de mandados de prisão, mas também houve detenções em flagrante. A operação tem como objetivo retirar de circulação pessoas que cometeram crimes graves como roubo, homicídio e estupro.

O nome da operação é uma referência à padronização de todas as polícias civis das 27 unidades federativas do país. Ela foi coordenada pelo Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil. Os mandados de prisão foram expedidos pela Justiça, após trabalho de investigação. Cada uma das polícias civis fez levantamento de inteligência para a operação.

Ainda segundo o delegado-geral, outras três operações deste tipo vão acontecer em Goiás ainda este ano. Assim como ocorreu desta vez, a ação visa o cumprimento de mandados de prisão de foragidos também de outros estados. “A proposta é a padronização da Polícia Civil em todo o país para retirar criminosos das ruas”, relatou.

Casos
Entre os presos na operação está um homem de 33 anos que foi flagrado com droga e fuzis escondidos na carroceria de uma caminhonete, em Guapó. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o condutor disse que buscou o material no Paraguai para trazer à capital goiana.

Outro caso é do suspeito de um latrocínio ocorrido em Luziânia, identificado como Danilo dos Santos Lima. Segundo a polícia, no dia 28 de dezembro de 2018, ele e outras pessoas foram até uma chácara e renderam os caseiros e roubaram vários objetos das vítimas.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, antes de fugir, os criminosos levaram uma das vítimas para o matagal e a mataram a tiros. Ele ainda, segundo a polícia, é investigado por outros crimes graves praticados na região.

Pelo histórico dos trabalhos na segunda instância da Justiça Federal, o ex-presidente Lula atingirá a marca que possibilita a sua saída da prisão, em setembro, antes da definição do caso que pode barrar esse benefício.

O petista cumpre pena por corrupção e lavagem no caso do tríplex de Guarujá (SP), que agora foi julgado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça). Mas também enfrentará mais adiante o julgamento em segundo grau da condenação que sofreu no processo do sítio de Atibaia (SP), proferida na primeira instância em fevereiro deste ano.

Se essa condenação do sítio for confirmada pelo TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região, Lula ficará sem a possibilidade de ter a sua saída da prisão revista em prazo tão curto, sem depender do Supremo Tribunal Federal.

Nesta terça (23), o STJ (Superior Tribunal de Justiça) reduziu a pena do ex-presidente no caso do tríplex de Guarujá (SP) e abriu caminho para ele sair do regime fechado ainda neste ano. A decisão, tomada por unanimidade, manteve a condenação do petista, mas baixou a pena de 12 anos e 1 mês de prisão para 8 anos e 10 meses.

A Lei de Execução Penal prevê a progressão para regime semiaberto ao preso com bom comportamento que tiver ficado em regime fechado por um sexto da pena. Com a decisão do STJ, Lula deve atingir esse tempo cumprido no fim de setembro, pouco antes de completar um ano e meio na cadeia.

Supondo que o TRF-4 mantenha a pena de 12 anos e 11 meses no caso do sítio, esse período teria que ser somado à nova pena do tríplex, totalizando 21 anos e nove meses de pena conjunta. Ele alcançaria um sexto dessa pena no início de 2022.

Lula é réu ainda em mais seis ações penais no Paraná, São Paulo e no DF. Com exceção de um deles, em Curitiba, os outros casos ainda estão longe de ser sentenciados em primeira instância.

Entre todos os casos da Lava Jato do Paraná que foram enviados para a corte regional (TRF), o mais rápido a ser julgado em segundo grau foi justamente o da primeira condenação de Lula.

O intervalo entre a sentença do caso tríplex em primeiro grau e o julgamento da apelação na corte regional foi de pouco mais de seis meses. Além disso, foram outros dois meses de tramitação até a definição dos recursos finais do processo ainda no âmbito da corte regional, totalizando oito meses.

Na hipótese de esse forte e improvável ritmo se repita no processo do sítio de Atibaia, a conclusão do caso em segunda instância seria só em meados de outubro -no mês anterior, Lula atingirá a marca de um sexto da pena, que permite a progressão para o regime semiaberto.

A rapidez do caso do tríplex, porém, foi exceção. A abertura do procedimento na segunda instância ocorreu 42 dias após a publicação da sentença. Uma minoria das mais de 30 ações da Lava Jato julgadas pelo tribunal, com sede em Porto Alegre, foi definida em menos de um ano de tramitação na segunda instância.

Depois de mais de dois meses da sentença, o caso do sítio ainda nem chegou ao TRF. O novo juiz da Lava Jato, Luiz Bonat, que substituiu Sergio Moro, determinou nesta quarta (24) que as defesas apresentem em um prazo de oito dias suas contrarrazões, uma das últimas etapas do processo. Ainda faltarão formalidades para o envio ao segundo grau.

Além disso, os julgamentos em segunda instância podem mudar devido a uma recomposição do grupo de juízes envolvidos. Um dos que atuavam nos julgamentos da Lava Jato, Victor Laus, deixará o posto para assumir a presidência da corte em junho. O substituto deve ser escolhido no mês que vem.

Para Lula, isso pode ser benéfico. Se houver divergência entre os três juízes que analisam os recursos, o que não ocorreu no caso do tríplex, o trâmite tende a se prolongar.

Entretanto nem toda a conjuntura atual deve favorecer o petista. O professor de direito Davi Tangerino, da FGV-SP, pondera que a autorização para progressão não costuma ocorrer de forma imediata. “Não é só preencher um formulário. Precisa aguardar, por exemplo, manifestação do Ministério Público.”

Desde a última terça-feira (23) a vaquejada é considerada uma atividade desportiva e cultural em Goiás. Segundo a lei, em casos de maus tratos aos animais os vaqueiros responsáveis podem ser multados. As penalidades variam de acordo com o valor de mercado do animal e a seriedade das lesões.

A Lei 20.447/19 foi sancionada pelo governador Ronaldo Caiado (DEM). Segundo o texto, “considera-se vaquejada todo e qualquer evento de natureza competitiva, seja profissional ou amador, no qual uma dupla de vaqueiro a cavalo persegue animal bovino, objetivando dominá-lo”.

A atividade deve ser realizada em “local físico apropriado” e cercado, mas é proibido o uso de alambrado farpado. A organização do evento deve “adotar medidas de proteção à saúde e à integridade física do público, dos vaqueiros e dos animais”.

Em relação aos animais, as medidas são: presença obrigatória de médico veterinário para atendimento, além de transporte, manejo e montaria adequados “de forma adequada para não prejudicar a saúde do mesmo”. O texto não especifica essa adequação, mas determina uma multa caso o animal seja ferido ou maltratado de forma intencional.

A lei é de autoria do deputado estadual Henrique Arantes (PTB). Ele justifica a necessidade, pois a vaquejada é uma atividade cultural de Goiás, principalmente na região nordeste. “E deve ser defendida em lei. Defendida de uma forma que a gente cria normas. Regulamentando, cria normas, coibindo o abuso, o excesso de força nos animais, para preservar a integridade dos animais e dos vaqueiros”, explica.

Sobre a fiscalização, o parlamentar diz que deve ser feita pela organização da prova e pelo público, que pode denunciar qualquer tipo de excesso. “Se o cidadão mata, bate no animal, dá choque no curral, antes da prova. Se alguém ver isso, faz a denúncia”, explica.

“É um esporte que usa da força e alavanca. O animal pode se machucar e o vaqueiro também, isso pode acontecer. Agora se ele [vaqueiro] abusar da força, arrancar o rabo do gado na mão, uma coisa desse tipo, ele pode ser denunciado. Se comprovado, vai pagar multa”, finaliza Arantes.

Em 2016, o Supremo Tribunal Federal (STJ) considerou a prática da vaquejada ilegal. Contudo, o Senado Federal aprovou uma proposta que torna a considera um patrimônio cultural e esportivo.

A segunda parcela do salário de dezembro dos servidores públicos estaduais estará na conta no dia 30 de março. É o que garante o governo do estado, que comunicou também que 23 mil trabalhadores irão receber, o que eleva para 70% o percentual dos que tiveram a folha de dezembro quitada no poder executivo.

De acordo com o cronograma divulgado pelo governo, receberão os servidores ativos e inativos da área da Segurança Pública com salários de até R$ 7.000,00; os servidores da ativa das seções socioeducativas que recebem até R$ 7.000,00; os servidores ativos da Secretaria da Educação que recebem até R$ 5.197,29; os inativos da Seduce que recebem até R$ 3.593,36 e ainda todos os funcionários civis ativos e inativos que recebem até R$ 2.900,00.

Em março, foi liberado o pagamento da primeira faixa salarial do parcelamento feito pelo governo. Foram contemplados os servidores que recebem entre R$ 3.685,00 para alguns e até R$ 7.000,00, para a área de Segurança Pública, que engloba SSP, Corpo de Bombeiros, Casa Militar, Polícias Civil e Militar e Superintendência Geral de Administração Penitenciária.

De acordo com o próprio governo, o escalonamento segue até o mês de agosto. Os salários devem ser pagos mês a mês, de acordo com o rendimento, do menor para o maior.

Pesquisa de opinião CNI/Ibope divulgada hoje (24) mostra que 35% dos brasileiros entrevistados avaliam o governo do presidente Jair Bolsonaro como ótimo ou bom; 31% como regular; 27% como ruim ou péssimo; e 7% não sabem ou não responderam à pergunta. Essa é a primeira pesquisa CNI/Ibope sobre a avaliação do governo Bolsonaro.

Pela pesquisa, a maneira de governar do presidente é aprovada por 51% dos entrevistados e desaprovada por 40%. Outros 9% não sabem ou não responderam à pergunta.

Em relação à confiança, 51% dos entrevistados afirmaram confiar no presidente Jair Bolsonaro, enquanto 45% não confiam.

Avaliação por áreas

Quando o assunto é sobre a aprovação do governo por áreas de atuação, as melhores avaliadas são a segurança pública, onde 57% disseram aprovar as ações e políticas do governo; educação (51%); e meio ambiente (48%).

As áreas piores avaliadas são taxa de juros, onde 57% desaprovam as ações do governo, e impostos, com desaprovação de 56%.

A pesquisa foi feita entre 12 e 15 de abril e ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios. A margem de erro máxima estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Perspectiva

A perspectiva de 45% dos entrevistados é de que o restante do governo Bolsonaro seja ótimo ou bom, 25% esperam que seja regular, 23% acreditam que vai ser ruim ou péssimo e 7% não sabem ou não responderam.

Um jovem de 25 anos teve de ser resgatado, na noite deste domingo (21), após ser atacado por um Jacaré-Açu. A vítima teria tentado atravessar a nado uma vazante do Rio Araguaia quando foi surpreendido pelo animal. O caso ocorreu por volta das 23h, no município de Luiz Alves, localizado a 583 quilômetros de Goiânia.

Segundo o tenente Nascimento, comandante do Corpo de Bombeiros da região de São Miguel do Araguaia, o jovem teve ferimentos no peito, nas costas e no braço direito. O turista, identificado como Carlos Henrique Ribeiro de Souza, teve de ser conduzido para o Hospital Municipal de São Miguel do Araguaia para receber atendimento médico. Para o tenente, o jovem só conseguiu escapar por estar na parte mais rasa do rio.

“Se estivesse na parte mais funda, o resultado poderia ter sido totalmente diferente. Há registros de aumento da população de jacarés em nossa região em algumas épocas do ano. Acredito que estamos em uma delas, pois algumas testemunhas relataram ter visto dois animais na água quando a vítima foi atacada. Fica o nosso alerta: mesmo quando os rios estão com o volume água baixo, não se deve tentar fazer algo assim. É muito arriscado”, alerta.

O Mais Goiás tentou contatar a unidade de saúde, mas não obteve resposta. Porém, este portal apurou com os bombeiros que a vítima foi medicada, ficou em observação, mas já recebeu alta.

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor de Goiás (Decarp), deflagrou na manhã desta terça-feira (23) a segunda fase da Operação Otium, cujo o objetivo é desarticular um esquema de venda de vagas para cirurgias em hospitais públicos, em Goiânia.

De acordo com a PC, os suspeitos, para vender as vagas, burlavam a fila de espera para quem pagasse uma quantia em dinheiro. Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em residências de funcionários públicos da Saúde na capital.

Entre os alvos desta fase da operação, estão duas irmãs, uma atual e outra ex-funcionária do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), órgão responsável por realizar a denúncia à Decarp e que presta serviços ao Hospital Geral de Goiânia (HGG), onde, supostamente, ocorreu a maioria das fraudes.

Durante as buscas, foram apreendidos aparelhos celulares dos investigados, documentos ligados às supostas fraudes, receituários médicos, atestados médicos e materiais hospitalares.

Na primeira etapa da operação, a Decarp já havia prendido Eder Alves da Rocha, suspeito de intermediar a comunicação entre as pessoas que buscavam as cirurgias e os funcionários públicos participantes do esquema criminoso.

O delegado responsável pela investigação do caso, Rhaniel Almeida, afirmou que os elementos colhidos apontam que mais de 30 pessoas deverão ser indiciadas pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, peculato e inserção de dados falsos em sistemas de informações.

O presidente Donald Trump disse nesta quarta-feira (24) que os Estados Unidos estão enviando “soldados armados” para a fronteira com o México, após um incidente, no qual militares do país vizinho apontaram suas armas para tropas americanas.

“Soldados do México recentemente desarmaram nossos Soldados da Guarda Nacional, provavelmente como uma tática de distração para os traficantes de drogas na fronteira. Mas é bom que não volte a acontecer! Agora estamos enviando SOLDADOS ARMADOS para a fronteira”, tuitou Trump.

Ele acusou o México de não fazer nada para impedir a migração clandestina e devolvê-la a seus países de origem.

O presidente não deixou claro ao que estava se referindo, mas a CNN relatou em 13 de abril de um incidente perto de Clint, no Texas.

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