Edgar

O governador Ronaldo Caiado (DEM) decretou luto oficial de três dias pela morte do prefeito  “Goiás perde um de seus mais notáveis líderes, após 83 dias de uma batalha incessante pela vida”, diz a nota do governador.

Maguito, que foi internado por uma contaminação pelo vírus da Covid-19, estava internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, e morreu na madrugada desta quarta-feira (13), às 4h10, aos 71 anos.

“O sentimento do povo goiano neste momento de perda é o reconhecimento da trajetória de um homem que enfrentou com dignidade, altivez e espírito público todos os desafios, sempre a defender suas convicções e ideias com coerência, ponderação e sensatez”, acrescentou Caiado.

Em nota elogiosa, o governador lembrou a trajetória do emedebista e prestou solidariedade à família. Ele também destacou que, em Goiás, mais de 7 mil pessoas já morreram por conta da Covid-19.

“É difícil aceitar a interrupção de sua trajetória de vida. Mesmo diante de um cenário de grande adversidade, lutou e conquistou mais uma vitória ao ser eleito prefeito de Goiânia, nossa querida capital, com o reconhecimento da população ao seu estilo como gestor. Contaríamos com um prefeito pautado pelo espírito conciliador para ajudar a reconstruir e a superar as dificuldades impostas pelo momento político em que vivemos”.

Leia a nota do governador na íntegra:

É com grande consternação e imenso pesar que eu e minha esposa, Gracinha Caiado, recebemos a notícia, na manhã desta quarta-feira (13/01), do falecimento do prefeito de Goiânia, Maguito Vilela.

Goiás perde um de seus mais notáveis líderes, após 83 dias de uma batalha incessante pela vida. Infelizmente, apesar de toda corajosa luta que enfrentou ao longo da internação no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, Maguito faleceu na madrugada de hoje, às 4h10, em decorrência de complicações da Covid-19, aos 71 anos.

O sentimento do povo goiano neste momento de perda é o reconhecimento da trajetória de um homem que enfrentou com dignidade, altivez e espírito público todos os desafios, sempre a defender suas convicções e ideias com coerência, ponderação e sensatez.

Maguito Viela realçou a prática da boa política. Ganhou e perdeu sempre com dignidade e em respeito às regras democráticas. Superou os momentos de maior adversidade mantendo o equilíbrio ao ocupar os cargos com destaque e ao priorizar ações em benefício do povo que governou.

Enfrentou a doença com todas as forças e vontade de viver e continuar servindo a população de seu Estado. Foi abatido por esse terrível vírus que vem causando um vazio em famílias em todo o mundo. E, agora, essa doença que tirou a vida de mais de 7 mil goianos entristece mais uma.

Goiás perde um homem que só fez construir e representar com dignidade o seu povo. Manifestamos nosso sentimento de luto e de reverência frente a essa ausência que muito entristece a todos.

Como governador, decreto luto oficial por três dias em Goiás, ao mesmo tempo em que determino que sejam prestadas a Maguito Vilela todas as honras de Estado, em reconhecimento ao que construiu em benefício do povo goiano. Em

Acordo com a família, cedo ainda o Palácio das Esmeraldas, Salão Gercina Borges Teixeira, para que o corpo seja velado.

Maguito Vilela construiu sua trajetória em meio a constantes enfrentamentos com dificuldades. O espírito democrático, a constante abertura para o diálogo e a imensa capacidade como gestor projetaram sua liderança em nível estadual e nacional.

Vivia o seu melhor momento com trabalho e entusiasmo. É difícil aceitar a interrupção de sua trajetória de vida. Mesmo diante de um cenário de grande adversidade, lutou e conquistou mais uma vitória ao ser eleito prefeito de Goiânia, nossa querida capital, com o reconhecimento da população ao seu estilo como gestor. Contaríamos com um prefeito pautado pelo espírito conciliador para ajudar a reconstruir e a superar as dificuldades impostas pelo momento político em que vivemos.

Advogado por formação, Maguito encontrou na política uma vocação que norteou a trajetória profissional. Iniciou a vida pública em 1976, como vereador por Jataí, sua cidade natal. Depois, ocupou cargos de deputado estadual, deputado federal, vice-governador, governador e senador da República. Por último, administrou com muito êxito a Prefeitura de Aparecida de Goiânia por dois mandatos.

Deixou relevantes contribuições em todos os cargos que ocupou. Como deputado constituinte, atuou na aprovação histórica da Constituição de 1988, marco na redemocratização da sociedade brasileira. À frente do governo de Goiás, foi pioneiro em ações solidárias ao lançar o Programa de Apoio às Famílias Carentes, que consistia, em essência, na distribuição de cestas de alimentos.

Antes do primeiro mandato como prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito atuou como vice-presidente do Banco do Brasil, em 2007. Também teve participação relevante em seu partido. Foi vice-Presidente nacional do PMDB em 2000 e assumiu a presidência em 2001, com a renúncia de Jader Barbalho.

Sua trajetória ainda inclui forte vínculo com o esporte, desde a juventude, antes mesmo da vida pública. Foi jogador em Jataí, quando adotou o nome Maguito, derivado dos gritos de ‘Magrito’ que ouvia da torcida. Assim, o nome completo passou a ser Luís Alberto Maguito Vilela. Chegou a ocupar o posto de vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Respeitado pelo seu perfil de estadista, a trajetória de Maguito Vilela certamente será lembrada por todos como parte importante da história política de Goiás e do Brasil.

Maguito deixa a esposa, Flávia Teles, os filhos Vanessa, Maria, Miguel, Anna Teles e o presidente estadual do MDB, Daniel Vilela, e quatro netos. A todos estendemos nossos mais sinceros votos de pesar. Elevamos nosso pensamento a Deus para que, em sua infinita bondade, possa confortar o coração de cada ente querido nesse momento de imensa tristeza e dor.

Manifestamos ainda nossa solidariedade e condolências à população de Goiânia e a todos os demais moradores de nosso Estado que, certamente, sofrem com a partida do prefeito legitimamente eleito.

Ronaldo Caiado
Governador de Goiás

O prefeito licenciado de Goiânia (GO), Maguito Vilela (MDB), morreu nesta quarta-feira (13/1), aos 71 anos. O político estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, desde o dia 27 de outubro de 2020. Ele lutava contra uma infecção pulmonar grave, consequência da covid-19.

Segundo a Secretaria Municipal de Comunicação, "a família está providenciando o traslado do corpo de São Paulo para Goiás e ele deve ser sepultado em Jataí, sua terra natal".

Maguito venceu as eleições municipais mesmo afastado da campanha eleitoral por mais de um mês. O vice-prefeito eleito de Goiânia, Rogério Cruz (Republicanos), deve assumir o cargo.

Covid-19

Maguito Vilela testou positivo para coronavírus no dia 20 de outubro. Ele ficou internado na UTI do Hospital Órion por seis dias, mas precisou ser transferido para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, com 75% dos pulmões comprometidos. Ele foi intubado três dias depois, após piora no quadro respiratório. No dia 8 de novembro, ele foi extubado, mas o político ainda precisava de suporte de oxigênio.

No dia 24 de novembro, Maguito passou por uma cirurgia de traqueostomia, que consiste em abrir um pequeno buraco na garganta, diretamente na traqueia, para auxiliar na respiração. Nove dias depois, em 3 de dezembro, o político testou negativo para covid-19, mas precisou continuar internado por causa do procedimento e das consequências trazidas pela doença.

Na época, o filho de Maguito, Daniel Vilela, escreveu no Twitter que "temos muita fé de que ele vai sair desta". O político estava apresentando melhora e os médicos decidiram diminuir a quantidade de sedativos. No entanto, em 11 de dezembro, Maguito apresentou uma recaída e chegou a ser submetido a uma cirurgia para controlar um sangramento pulmonar.

Maguito perdeu duas irmãs para a covid-19 em agosto do ano passado. Ele deixa quatro filhos: Vanessa, Daniel, Maria Beatriz e Miguel; e uma enteada: Anna Liz.

Carreira política

Além de político, Maguito Vilela também foi advogado. Nascido em Jataí, ele foi casado duas vezes antes da atual companheira, Flávia Teles, com quem vivia desde 2013.

Com atuação expressiva no estado de Goiás, Maguito foi vereador, deputado estadual e federal e vice-governador do estado. Também foi governador de Goiás entre 1995 a 1998, quando disputou e ganhou a eleição para senador. Por duas vezes, em em 2008 e 2012, ele foi eleito prefeito de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital goiana.

Em 2007, foi nomeado por Guido Mantega, então ministro da Fazenda, como vice-presidente do Banco do Brasil.

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A investigação sobre a morte e desaparecimento do estudante Murilo Ramos de Souza, de 25 anos, concluiu que ele foi vítima de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Um laudo pericial apontou que ele morreu por traumatismo craniano. O delegado Wllises Valentin encerrou o inquérito nesta terça-feira (1º) e revelou a prisão do homem que determinou o roubo do carro. Os demais envolvidos morreram em confronto com a Polícia Militar.

O jovem saiu de casa, em Itapuranga, em 26 de setembro, dizendo que ia se encontrar com uma mulher. Porém, o delegado informou que ele não chegou a vê-la. A investigação identificou que Murilo se encontrou com quatro homens em uma praça, e deixou o local com o grupo antes de sumir.

De acordo com a polícia, o estudante foi agredido dentro do carro. Em seguida, morto e abandonado em um matagal da GO-530, em Anápolis, a 160 km de Itapuranga. Diante da falta de notícias do filho, a família registrou boletim de ocorrência.

No decorrer da investigação, a Polícia Civil prendeu Victor Hugo de Sousa Pereira, de 21 anos. Segundo a corporação, ele é morador de Anápolis e tem passagens criminais por roubo e porte ilegal de arma de fogo. Apontado como idealizador do crime, ele acabou indiciado por latrocínio

Victor Hugo está preso desde 2 de outubro e a polícia manteve a prisão em sigilo para não atrapalhar a investigação. Nesta terça-feira, O Judiciário converteu a prisão temporária em preventiva. Segundo o delegado, ele está recolhido no presídio de Anápolis. O G1 não localizou a defesa para se manifestar sobre o caso.

"O Murilo Ramos estava na hora errada e no local errado. Ele se encontrou com quatro homens, em Ceres, para comprar droga. Estes homens já estavam buscando um carro para roubar, por encomenda do mandante preso em Anápolis. Ele foi agredido ainda no carro com pancadas na cabeças, que pode ter sido coronhadas", explicou o delegado.

A trajetória do carro de Murilo Ramos foi registrada por câmeras de segurança, desde que deixa Itapuranga e chega a Anápolis.

Suspeito encomendou roubo de carro

O delegado explica que Victor Hugo encomendou o roubo de um carro com quatro homens no dia em que Murilo desapareceu. Dois eram moradores de Anápolis e trabalharam para o suspeito em alguns crimes de roubo. Eles estavam morando em Ceres, cidade onde Murilo sumiu, há cerca de um mês.

Naquela cidade, os dois homens se juntaram com outros dois já da região. Ainda no período do tarde, Victor Hugo ligou para um deles e pediu um carro. Os quatro homens estavam armados em um mirante de Ceres, à espera de um carro para roubar, quando Murilo chegou ao local em busca de ecstasy, segundo o delegado.

Murilo conversou com os homens no local. Todos entraram no carro do estudante e saíram. O delegado Wllises Valentin explica que a vítima "estava no lugar errado, na hora errada", ao se encontrar com os homens que já estavam em busca de um carro para roubar.

Eles partiram em direção a Anápolis, a 160 km de Ceres, com o objetivo de entregar o carro para Victor Hugo, que já tinha preparado uma casa para esconder o automóvel. Os homens agrediram Murilo dentro do carro, mataram e abandonaram o corpo em uma mata na GO-530, em Anápolis.

Quando chegavam na casa preparada para receber o carro, os homens entraram em confronto com policiais militares e morreram no local.

O Flamengo pagou o preço por recomeçar duas vezes na temporada 2020, com três treinadores até agora. Atual campeão da Libertadores, o rubro-negro se despede do torneio nas oitavas de final, após derrota para o Racing nos pênaltis, no Maracanã, no sexto jogo do técnico Rogério Ceni, e uma só vitória.

O jogo foi resolvido depois da expulsão do zagueiro Rodrigo Caio, com gol em falha de Gustavo Henrique. O Flamengo empatou com Arão. Mas o treinador havia tirado Arrascaeta e Éverton Ribeiro no fim. E só lançou Pedro quando já estava perdendo.

Nas penalidades, Arão, o quase herói, desperdiçou. Agora, resta o Brasileiro.

Parte da atuação até foi um resgate na nova forma de jogar do Flamengo. O time apresentou uma postura mais agressiva e organizada. Pressionou a saída de bola do adversário sem se expor na defesa, que cresceu com a volta de Rodrigo Caio. Contra um Racing recuado, controlou o jogo, mas não foi eficiente para marcar.

A principal válvula de escape foi Bruno Henrique pelo lado esquerdo, buscando profundidade. Pelo meio, Gerson ditava o ritmo na recuperação da bola e nas arrancadas ao ataque. Mas o lado direito esteve abaixo. Com Isla, de volta, e principalmente Éverton Ribeiro. Arrascaeta, da esquerda para o centro, também demorou a entrar no jogo.

O personagem do primeiro tempo foi Vitinho. Foram duas oportunidades de abrir o placar. Na primeira chance clara, fez linda jogada individual, mas ao finalizar chutou pressionado pelo goleiro. Na segunda, o atacante recebeu de Arrascaeta livre, de frente para o gol, sem marcação, mas errou o alvo. Éverton Ribeiro e Bruno Henrique também desperdiçaram chances. Foram 10 finalizações do Flamengo.

No segundo tempo, o panorama se manteve. O domínio passou a ser exercido também pelo lado direito. Mesmo abrindo a defesa do Racing, o Flamengo não caprochava nas conclusões. E aí veio o lance capital. O zagueiro Rodrigo Caio levou o segundo amarelo em entrada dura e acabou expulso. No lance seguinte, após bola na área, Gustavo Henrique rebateu mal, e os argentinos marcaram com Sigali.

Depois de tirar Arrascaeta e por João Gomes, Ceni trocou Éverton Ribeiro por Pedro e foi para o tudo ou nada em vinte minutos. Teve chance de empatar com Isla e Bruno Henrique, mas se desorganizou após ficar sem seus dois meias. No desespero, o Flamengo empatou em escanteio cobrado por Diego, e cabeçada de Arão. Mas ficou pelo caminho.

O Reino Unido se tornou o primeiro país do mundo a autorizar uma vacina contra a Covid-19 aprovada por uma agência reguladora. O imunizante desenvolvido pela farmacêutica americana Pfizer e o laboratório de biotecnologia alemão BioNTech estará disponível a partir da "próxima semana", anunciaram autoridades britânicas nesta quarta-feira.

A vacina da aliança Pfizer e BioNtech precisa ser armazenada a -70ºC. No Brasil, que ainda não fechou acordo com as farmacêuticas, o plano de imunização elaborado pelo Ministério da Saúde, no entanto, não prevê o uso de imunizantes que exijam temperaturas de armazenamento tão baixas.

Nesta terça-feira, o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, afirmou que o governo deseja idealmente, por questões logísticas, um imunizante que possa ficar armazenado entre 2ºC a 8ºC, temperatura da estrutura usada no sistema de vacinação brasileiro. A reportagem procurou o Ministério da Saúde para saber se o anúncio desta quarta-feira do Reino Unido pode alterar as conversas com a Pfizer.

O governo também anunciou nesta segunda-feira que, no Brasil, a vacinação contra a Covid-19 no Brasil deve começar em março do ano que vem e vai priorizar profissionais de saúde, idosos e indígenas.

No Reino Unido, um porta-voz do Ministério da Saúde anunciou que o governo aprovou oficialmente nesta quarta-feira o uso da vacina da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19:

— A vacina estará disponível em todo o Reino Unido a partir da próxima semana. (O sinal verde das autoridades britânicas) é resultado de meses de ensaios clínicos rigorosos e de uma análise profunda dos dados por parte de especialistas da MHRA, que concluíram que a vacina respondia às normas estritas de segurança, qualidade e eficácia

Pelo Twitter, o ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, celebrou o feito.

"O Reino Unido é o primeiro país do mundo a dispor de uma vacina aprovada clinicamente", escreveu o político.

Eficácia da vacina é de 95%

Os resultados dos testes em massa desta vacina mostraram uma eficácia de 95%.

"O NHS (sistema nacional de saúde) está pronto para começar a vacinar, a partir da próxima semana", declarou Hancock.

Entre as pessoas prioritárias para receber a vacina, estão os idosos, especialmente aqueles que vivem em lares para a terceira idade, profissionais da área da saúde e cidadãos considerados vulneráveis.

— A autorização no Reino Unido marca um momento histórico na luta contra a Covid-19 — afirmou o CEO da Pfizer, Albert Bourla, nesta quarta.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, também celebrou a aprovação do imunizante, o primeiro autorizado contra a Covid-19 por um país ocidental. A notícia que chega no mesmo dia em que a Inglaterra sai de um segundo confinamento de quatro semanas.

"É a proteção das vacinas que finalmente nos devolverá nossas vidas e fará a economia se mover de novo", escreveu o premier no Twitter.

Já a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) anunciou ontem que fará uma reunião extraordinária em 29 de dezembro, "no mais tardar", para aprovar, ou não, esta vacina da Pfizer e da BioNTech.

Mais uma noite violenta, depois do terror provocado por assaltantes em Criciúma, no sul de Santa Catarina, na terça-feira. Desta vez uma quadrilha iniciou um ataque na cidade de Cametá, no interior do Pará, a 235km da capital, Belém. Em redes sociais, moradores relatam a ação violenta, durante a tentativa de assalto a uma agência bancária, com uso de reféns capturados em bares da cidade. Um quartel da Polícia Militar também teria sido atacado, impedindo a saída dos agentes de segurança. Com armas de alto calibre, os bandidos deram muitos tiros para o alto durante mais de uma hora, mas não há relatos sobre feridos.

De acordo com o G1, a quadrilha teria fugido da cidade em vários carros, por volta de 1h30 da madrugada desta quarta-feira, seguindo depois em barcos, em uma rota pelo rio Tocantins. Pelo Twitter, o governador do Pará, Helder Barbalho, postou que já estava em contato com a cúpula da segurança pública do estado. "Não mediremos esforços para que o quanto antes seja retomada a tranquilidade e os criminosos sejam presos. Minha total solidariedade ao povo cametaense", escreveu o governador.

Também pelo Twitter, a Secretaria de Segurança Pública informou que "desde o momento que foi confirmado sobre o assalto a uma agência bancária em Cametá, equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), do Batalhão de Ações de Cães (Bac), da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE) e duas aeronaves do Grupamento Aéreo de Segurança Pública do Pará (Graesp) se deslocaram para dar apoio no município. Segundo informações preliminares, não há mortos. Mais informações serão divulgados ao longo do dia".

 

O centro de Criciúma, no sul de Santa Catarina, viveu uma madrugada de terror nesta terça-feira após uma quadrilha de criminosos sitiar a cidade para assaltar uma agência do Banco do Brasil. Armados de explosivos, pistolas e fuzis, um grupo invadiu a tesouraria regional do banco, provocou incêndios, bloqueou ruas e acessos à cidade. Eles ainda usaram reféns como escudos e dispararam várias vezes. Duas pessoas ficaram feridas, entre elas um policial militar e um vigilante. Ninguém foi preso até o momento.

Segundo o 9ª Batalhão da Polícia Militar (9º BPM), cerca de 30 homens encapuzados iniciaram a ação com armas de grosso calibre (5.56, 7.62 e .50). Os criminosos efetuaram diversos disparos, às 23h40, em direção ao Batalhão atingindo vários cômodos. A prefeitura da cidade pediu ajuda a batalhões de municípios vizinhos e também para cidades do Rio Grande do Sul.

Cerca de 10 minutos depois, veículos da Rádio Patrulha da PM cruzaram com um dos veículos utilizados pelos criminosos e trocaram tiros. Ninguém morreu, mas o soldado Jeferson Luiz Esmeraldino, de 32 anos, foi atingido por um disparo na região do abdômen e levado para o Hospital São José. Ele passou por três intervenções cirúrgicas, apresenta um quadro de hemorragia e, segundo a PM, o estado de saúde dele é gravíssimo.

Em seguida, os criminosos foram em direção a área central de Criciúma, fecharam ruas, abordaram alguns veículos e iniciaram uma série de disparos. Para efetuar o roubo, eles utilizaram explosivos e pessoas foram feitas reféns. Em uma das ruas da cidade, elas foram obrigadas a sentar no meio da pista. Os bandidos também construíram bloqueios e barreiras para conter a chegada da polícia ao local do crime.

Os criminosos conseguiram fugir em direção a cidade de Nova Veneza, por volta de 2h da manhã, mas deixaram parte do dinheiro espalhado pelas ruas. Também foi confirmada a utilização de um caminhão de lixo para realizar o roubo.

Já na manhã desta terça-feira, quatro pessoas da cidade foram detidas depois de recolherem R$ 810 mil que ficaram jogados no chão após a explosão durante o assalto. Segundo a Polícia Civil, eles foram encontrados em um apartamento com o dinheiro dentro de duas malas. Dois suspeitos de 24 anos e outros dois de 27 e 28 anos devem ser encaminhadas ao Presídio Regional. Além disso, a polícia encontrou espalhado pelas ruas cerca de R$ 300 mil.

- Eles não conseguiram carregar todo o dinheiro. Na verdade, tem quatro presos aqui que se aproveitaram da situação. O dinheiro ficou caído e quando a minha equipe chegou no local, inclusive tinha um indivíduo tentando carregar o dinheiro e a gente fez a abordagem - afirmou o delegado Ulisses Gabriel.

Às 6h30 da manhã, a polícia encontrou 10 carros de luxo, com placas do estado de São Paulo, utilizados pelos criminosos. Os veículos estavam em um milharal em Nova Veneza, e eram de "alta potência e grande valor comercial", segundo o delegado Vitor Bianco. Os valores envolvidos na ação ainda não foram divulgados. Cerca de 200 quilos de explosivos foram deixados para trás pelos assaltantes. A polícia não sabe o total utilizado.

O prefeito da cidade, Clésio Salvaro (PSDB), foi às redes sociais pedir à população para não sair de casa.

A Polícia Militar realizou a prisão de um casal no Setor Sul, em Goianésia, por estar em vias de fato e ainda manter seus quatro filhos em situação insalubre. No momento da abordagem, de acordo com a polícia, ambos estavam visivelmente embriagados, sendo que a mulher estava de posse de uma barra de ferro.

Ao serem questionados, o homem admitiu estar sob influência de drogas.

O Conselho Tutelar foi acionado e ficou responsável pelas crianças, com idade de quatro, três, e um ano, além de um bebê de quatro meses.

A polícia informou que a casa era um ambiente insalubre. Não tinha condições de higiene, com mau cheiro, roupas espalhadas por toda a parte e lixo doméstico no quintal e no interior da casa, além de restos de comida.

Diante dos fatos o casal foi conduzido para o Hospital Municipal Irmã Fanny Duran onde foi confeccionado relatório médico, o qual constou lesões na mulher, posteriormente, o casal foi conduzido para a Delegacia de Polícia Civil para maiores providências.

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, reforçou nesta segunda-feira (30) que o Brasil precisa levar o aumento no número de casos de Covid-19 a sério.

“O Brasil teve seu ápice em julho. O número de casos estava diminuindo, mas em novembro os números voltaram a subir. O Brasil precisa levar muito, muito a sério esses números. É muito, muito preocupante”, disse Tedros.
Na semana passada, dados do Imperial College de Londres apontaram que a taxa de transmissão do novo coronavírus foi a maior desde maio. O índice estava em 1,30 – cada 100 pessoas contaminadas transmitem o vírus para outras 130 pessoas.

A última vez que a taxa de transmissão no Brasil esteve tão alta foi na semana de 24 de maio, quando atingiu 1,31, segundo dados levantados pelo G1. O valor máximo possível naquela data, considerando a margem de erro, foi de 1,34.

“Precisamos controlar os casos e manter os números baixos. Os países precisam atacar os casos que ressurgem para que eles não se propaguem. Essa é a recomendação para todos os países. Uma vez que você reduz o número de casos, você precisa manter esse número baixo”, completou a líder técnica da entidade, Maria van Kerkhove.

Segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa, o Brasil tinha, até as 13h desta segunda-feira (30), 172.866 mortes por coronavírus confirmadas e mais de 6,3 milhões de casos.

Casos de SRAG voltam a crescer

Levantamento da Fiocruz apontou, pela primeira vez desde julho, uma tendência de aumento para todo o país nos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), segundo a última atualização do boletim de monitoramento semanal Infogripe, do dia 24 de novembro.

As tendências de aumento nos casos já vinham sendo apontadas pela Fiocruz há várias semanas em um número crescente de capitais, mas esta é a primeira vez que esse aumento é sinalizado para todo o território brasileiro.

A última vez em que uma tendência de crescimento havia sido indicada foi na semana de 28 de junho a 4 de julho.

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