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'A Bahia é um lixo governado pelo PT', diz líder do partido de Bolsonaro, delegado Waldir.

Publicado em POLÍTICA
Sexta, 24 Mai 2019 10:40

O deputado federal por Goiás e líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, (PSL) afirmou que o estado da Bahia é um “lixo governado pelo PT”. A declaração foi dada durante sessão da Câmara dos Deputados, no mesmo dia que ele se desentendeu com estudantes e professores.

A declaração foi divulgada no Twitter do deputado federal Jorge Solla (PT-BA). Na publicação, o petista disse: “É essa a opinião do líder do PSL na Câmara, o delegado Waldir, representante de Bolsonaro no Congresso”.

Em entrevista ao jornal O Popular, deputado goiano se explicou dizendo que tinha dito que o governo da Bahia é um lixo. “A população da Bahia não merece os políticos deles. O Estado é governado pelo PT há mais de 12 anos”, disse Waldir.

Ele também afirmou que falava a outros deputados sobre as péssimas condições das faculdades e da educação do estado como um todo, ressaltando que o governo do PT é um “caos para a saúde, segurança e educação”. Por fim, ele elogiou a administração da capital. “O único oásis é a gestão do ACM Neto em Salvador”.

Um dia de polêmicas

A declaração foi feita durante a sessão da Comissão de Educação da casa. Na ocasião, a presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Marianna Dias, e o presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Pedro Gorki tentaram fazer perguntas ao o ministro da Educação, Abraham Weintraub, mas foram impedidos.

Em vídeo gravado, o presidente do Sindicato de Professores das Universidades Federais de Goiás (Adufg-Sindicato), Flávio Alves da Silva, diz ao parlamentar: “Vou mostrar em Goiás como o senhor trata os estudantes, deputado”. E ele rebate: “Mostra, meu irmão, vai lá, petista. Aluno é maconheiro. Vagabundo, maconheiro”. E faz o símbolo de cadeia, com os dedos.

Ao Mais Goiás, o deputado repete o que disse. “Chamei de maconheiro, sim. Todos nós sabemos que as nossas universidades federais, em algumas áreas específicas encontra dezenas de maconheiros, ao invés de estar assistindo aula”, disse.

E ainda explica como aconteceu a confusão. Segundo ele, durante a comissão, ele falou “em defesa da escola pública de qualidade, das famílias, das pessoas de bem, dos professores”. Outros deputados, também, do Partido Social Liberal (PSL), correligionários do presidente da República, Jair Bolsonaro, entraram em um bate-boca com a presidente da comissão, Marcivânia (PC do B). Eles não queriam que os representantes dos estudantes tivessem direito de fala.

Com informações de O Popular.

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